O termo sustentabilidade tem sido muito utilizado, fazendo referência às diversas formas de se manter a preservação ambiental, com bases não-predatórias, aproveitando, através de recursos próprios, os materiais já existentes, como os lixos que podem ser reciclados.
Segundo o relatório de Brundtland, de 1987, sustentabilidade significa “suprir as necessidades da geração presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprir as suas”.
Dentro dessa linha de pensamento, pesquisadores desenvolveram técnicas de reaproveitamento que valorizam as produções, estimulando as atitudes ecologicamente corretas, desde uma vizinhança até o âmbito mundial.
Mas não basta ser somente ecologicamente correto. Para ser considerado como sustentável, um empreendimento deve ainda conter atitudes que visem ser socialmente justos, culturalmente aceitos e economicamente viáveis.
Educação voltada para a preservação do meio ambiente
Alguns cursos universitários estão voltados para a sustentabilidade, ampliando suas pesquisas. Na área do designer de novos produtos tem-se o de Desenho Industrial. Dentro desse curso os alunos descobrem que o designer sustentável pode ser usado para melhorar a vida da sociedade, trazendo produtos de alta qualidade e com preços mais baixos. Já foram desenvolvidos vários artigos como: luminárias de palitos de churrasco, jogo americano de tetrapack e estantes de papel reciclado.
A agricultura também se voltou para a questão da sustentabilidade, visando à conservação do meio ambiente, criando as comunidades agrícolas bem como as suas unidades lucrativas. Nessa perspectiva são consideradas tanto as práticas voltadas para os lucros dos agricultores, bem como as vantagens que trazem para os consumidores, como a agricultura orgânica de alta qualidade.
Engenharia florestal era um campo que atuava nas empresas de carvão, celulose e madeira, mas hoje traz a preocupação com o desenvolvimento sustentável, defendendo as unidades de conservação, fiscalizando as empresas privadas e o uso das áreas ambientais, proporciona a formação de áreas florestais em áreas rurais de pequeno e médio porte.
Porém, em face da demanda e da necessidade do mercado de trabalho, ainda foram criados cursos para promover o desenvolvimento sustentável, como Gestão Ambiental, Controle Ambiental e Saneamento Ambiental, promovendo um ambiente urbano ecologicamente equilibrado.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
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Educação - Brasil Escola
segunda-feira, 21 de junho de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Quadro da Educação nacional
Quadro da educação nacional
Pesquisas na área educacional apontam que um terço dos brasileiros freqüentam diariamente a escola (professores e alunos). São mais de 2,5 milhões de professores e 57 milhões de estudantes matriculados em todos os níveis de ensino. Estes números apontam um crescimento no nível de escolaridade do povo brasileiro, fator considerado importante para a melhoria do nível de desenvolvimento de nosso país.
Uma outra notícia importante na área educacional diz respeito ao índice de analfabetismo. Recente pesquisa do PNAD - IBGE mostra um queda no índice de analfabetismo em nosso país nos últimos dez anos (1992 a 2002). Em 1992, o número de analfabetos correspondia a 16,4% da população. Esse índice caiu para 10,9% em 2002. Ou seja, um grande avanço, embora ainda haja muito a ser feito para a erradicação do analfabetismo no Brasil. Outro dado importante mostra que, em 2006, 97% das crianças de sete a quatorze anos frequentavam a escola.
Esta queda no índice de analfabetismo deve-se, principalmente, aos maiores investimentos feitos em educação no Brasil nos últimos anos. Governos municipais, estaduais e federais tem dedicado uma atenção especial a esta área. Programas de bolsa educação tem tirado milhares de crianças do trabalho infantil para ingressarem nos bancos escolares. Programas de Educação de Jovens e Adultos (EJAs) também tem favorecido este avanço educacional. Tudo isto, aliado a políticas de valorização dos professores, principalmente em regiões carentes, tem resultado nos dados positivos.
Outro dado importante é a queda no índice de repetência escolar, que tem diminuído nos últimos anos. A repetência acaba tirando muitos jovens da escola, pois estes desistem. Este quadro tem mudado com reformas no sistema de ensino, que está valorizando cada vez mais o aluno e dando oportunidades de recuperação. As classes de aceleração também estão dando resultados positivos neste sentido.
A LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), aprovada em 1996, trouxe um grande avanço no sistema de educação de nosso país. Esta lei visa tornar a escola um espaço de participação social, valorizando a democracia, o respeito, a pluralidade cultural e a formação do cidadão. A escola ganhou vida e mais significado para os estudantes.www.mec.gov.br/
www.mec.gov.br/_____________________________________
Pesquisas na área educacional apontam que um terço dos brasileiros freqüentam diariamente a escola (professores e alunos). São mais de 2,5 milhões de professores e 57 milhões de estudantes matriculados em todos os níveis de ensino. Estes números apontam um crescimento no nível de escolaridade do povo brasileiro, fator considerado importante para a melhoria do nível de desenvolvimento de nosso país.
Uma outra notícia importante na área educacional diz respeito ao índice de analfabetismo. Recente pesquisa do PNAD - IBGE mostra um queda no índice de analfabetismo em nosso país nos últimos dez anos (1992 a 2002). Em 1992, o número de analfabetos correspondia a 16,4% da população. Esse índice caiu para 10,9% em 2002. Ou seja, um grande avanço, embora ainda haja muito a ser feito para a erradicação do analfabetismo no Brasil. Outro dado importante mostra que, em 2006, 97% das crianças de sete a quatorze anos frequentavam a escola.
Esta queda no índice de analfabetismo deve-se, principalmente, aos maiores investimentos feitos em educação no Brasil nos últimos anos. Governos municipais, estaduais e federais tem dedicado uma atenção especial a esta área. Programas de bolsa educação tem tirado milhares de crianças do trabalho infantil para ingressarem nos bancos escolares. Programas de Educação de Jovens e Adultos (EJAs) também tem favorecido este avanço educacional. Tudo isto, aliado a políticas de valorização dos professores, principalmente em regiões carentes, tem resultado nos dados positivos.
Outro dado importante é a queda no índice de repetência escolar, que tem diminuído nos últimos anos. A repetência acaba tirando muitos jovens da escola, pois estes desistem. Este quadro tem mudado com reformas no sistema de ensino, que está valorizando cada vez mais o aluno e dando oportunidades de recuperação. As classes de aceleração também estão dando resultados positivos neste sentido.
A LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), aprovada em 1996, trouxe um grande avanço no sistema de educação de nosso país. Esta lei visa tornar a escola um espaço de participação social, valorizando a democracia, o respeito, a pluralidade cultural e a formação do cidadão. A escola ganhou vida e mais significado para os estudantes.www.mec.gov.br/
www.mec.gov.br/_____________________________________
domingo, 4 de abril de 2010
UNIVERSIDADE PRECISA APROXIMAR PESQUISA DA SOCIEDADE
As pesquisas desenvolvidas nas universidades devem está alinhadas com as necessidades da sociedade,abordando por exemplo como utilizar a biodiversidade sem destruí-la ou como aumentar a participação social da população do campo.A recomendação foi feita durante a Conferência Nacional de Educação(Conae) que acontece até quinta feira 1/4 em Brasília (DF).
"A universidade brasileira guarda uma herança histórica de sua formação.Ainda se encontra vestígios de paternalismo, funcionalismo e baixa autonomia",avaliou o reitor da Universidade
Federal do Rio de Janeiro(UFRJ)Aloísio Teixeira durante o evento."As iniciações científicas por exemplo não bastam".O ideal seria um currículo que contemplasse atividades de pesquisa e extensão.
A mesma carência é verificada nas pesquisas de pós- graduação, segundo o presidente da Comissão Nacional De Avaliação De Iniciação Científica,do Cnpq,Isaac Roitman.
"As universidades têm que olhar para sí mesma,coisa que fazem muito bem, e olhar também para a sociedade,o que fazem muito mal."
FONTE:http://www.uol.com.br
"A universidade brasileira guarda uma herança histórica de sua formação.Ainda se encontra vestígios de paternalismo, funcionalismo e baixa autonomia",avaliou o reitor da Universidade
Federal do Rio de Janeiro(UFRJ)Aloísio Teixeira durante o evento."As iniciações científicas por exemplo não bastam".O ideal seria um currículo que contemplasse atividades de pesquisa e extensão.
A mesma carência é verificada nas pesquisas de pós- graduação, segundo o presidente da Comissão Nacional De Avaliação De Iniciação Científica,do Cnpq,Isaac Roitman.
"As universidades têm que olhar para sí mesma,coisa que fazem muito bem, e olhar também para a sociedade,o que fazem muito mal."
FONTE:http://www.uol.com.br
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